quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

SOMBRAS, NADA MAIS

Preciso escrever este post depressa, porque "Sherlock Holmes: o Jogo de Sombras" já está se evaporando da minha cabeça. O filme tem ótimos atores, fotografia primorosa, direção de arte e figurinos de alto luxo e magníficos efeitos especiais, e ainda assim é uma bosta. Por três singelas razões: roteiro, roteiro e roteiro. Nem sei se a história tem pé ou cabeça: me desinteressei nos primeiros cinco minutos, antes mesmo dos créditos de abertura, e quase cochilei nas sequências mais agitadas. Já sabia que este Sherlock tem xongas a ver com a criação de Conan Doyle, porque vi o filme anterior. E fiquei aliviado porque ainda não foi dessa vez que arrumaam uma namorada para ele: o detetive feito por Robert Downey Jr, que está com mais cara de brasileiro do que nunca, continua sendo um confirmed bachelor. O diretor Guy Ritchie também confirma sua obsessão por ciganos (que já apareciam em "Snatch", de onze anos atrás) e Noomi Rapace, a Lisbeth Salander original, confirma que tem um belo futuro pela frente. E eu gostaria de confirmar que esta franquia não me pega mais.

5 comentários:

  1. O que eu mais gostei do filme foram o sarcasmo e a ironia presentes em praticamente 100% das falas.
    Muque de Peão

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  2. e deixar de ver o lindo, super comível, jude law? veji bem...
    antonio - recife

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  3. SoteropolitanoJan 20, 2012 06:40 AM

    Tá azedo, hem?

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  4. Inforamção de bastidores: o filme ja estava pronto quando os produtores viram e chiaram. Resultado, em setembro estava filmando cenas adicionais a toque de caixa pra ver se a coisa engrenava. E Downey Jr. tem um guru espiritual que ligou de madrugada (L.A. to London) para o assistente da figurinista só pra ouvir a voz dele e saber se tinha uma boa vibe pra vestir o astro.

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  5. Depois que comecei a assistir a série da BBC não consigo mais engolir essa versão - e olha que amo o Downey Jr.

    O curioso é que pra mim a versão cinematográfica é muito mais "modernizada" do que a da BBC que se passa nos dias de hoje (e ainda assim consegue se manter mais fiel à obra).

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